O pavão não se exibe por acaso. Sobre autoestima, presença e o que a roupa comunica antes de falarmos.
A vaidade tem má reputação, mas na origem é cuidado: escolher como se apresenta ao mundo é uma forma de respeito por si e por quem o recebe.
O pavão, símbolo da Luweza, abre a cauda devagar. Não grita — obriga a olhar duas vezes. É esse o efeito que procuramos em cada peça.
Quando uma peça assenta, muda a postura antes de mudar a opinião dos outros. É por isso que falamos de autoestima e não apenas de estilo.
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